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Mais de 35 mil pessoas estão na fila da adoção no Brasil e 6,5 mil crianças e adolescentes esperam por uma família.
Quando uma criança dá entrada em um abrigo, ela não pode ser adotada imediatamente. A burocracia que os prováveis pais enfrentam estende o tempo de permanência das crianças no abrigo. Apesar do tempo previsto por lei para as crianças viverem nesses locais seja 2 anos, na prática, esse prazo não é cumprido e muitas acabam crescendo no abrigo.

Mesmo com auxilio psicológico e social, esse tempo em orfanatos tende a ser de expectativa e reunir sentimentos como dificuldade de aceitação e pertencimento, medos, carência e até mesmo tristeza por parte dessas crianças e adolescentes. Pensando nessas pessoas foi criada a campanha “Doadores de Afeto”.

A ideia é da ONG americana Spence-Chapin, que trabalha para encontrar famílias adotivas para crianças órfãs ou que foram temporariamente distanciadas de seus pais biológicos. Qualquer pessoa pode participar do projeto, que não tem custo algum. Os voluntários não se pede nada além de mimar os pequeninos, de acordo com a disponibilidade e tempo de cada um.

No Brasil existe o projeto de apadrinhamento afetivo, o Padrinho Nota 10, que ocorre em São Paulo, Pernambuco, Goias, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Sem a formalização de vínculos jurídicos, é possível apadrinhar uma criança e acompanhar todas as fases de seu crescimento.

De acordo com as informações do programa, o apadrinhamento consiste em permitir que o pequeno passe algum tempo com você, por alguns períodos, por um dia ou um final de semana, sem implicar qualquer vínculo que não o do carinho e o da solidariedade.

Há ainda o apadrinhamento financeiro, que consiste de uma pequena contribuição mensal para atender às necessidades básicas da criança, como alimentação, roupas, remédios e material escolar.

Saiba como participar e doar um pouco de amor, carinho e dedicação a quem precisa.

http://www.padrinhonota10.com.br/default.asp?Pag=6

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