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O grande segredo para um envelhecimento emocional positivo e manutenção na qualidade de vida na 3ª idade, é o envelhecimento ativo. O que significa viver com independência, equilíbrio emocional e autoestima. Para isso, é essencial maximizar as oportunidades que a vida oferece, preservando a autonomia.

A aposentadoria muitas vezes significa um baque na vitalidade das pessoas acima ou na faixa dos 60 anos, já que elas interrompem uma série de atividades, desde o trabalho, até uma série de atividades que estavam encaixadas na rotina, incluindo os exercícios físicos.

Para evitar essa ociosidade, é necessário preparo e planejamento. Dados científicos comprovam que o processo de aposentadoria pode ocasionar alterações biopsicossociais na vida dos indivíduos, sendo alguns deles de caráter emocional e de humor, como o surgimento de quadros depressivos, ansiedade generalizada, ou ociosidade por falta de preenchimento de rotina.

Com isso, é inevitável o desinteresse por atividades que antes davam prazer assim como o autocuidado, ou descuido com funções complexas como administração de finanças, planejamento de uma viagem e comunicação com familiares e amigos próximos.

Para especialistas, esse processo ocasiona um significativo isolamento social afetando até mesmo o desempenho da memória.

Uma solução para a apatia que pode surgir é aumentar a participação em atividades culturais, intelectuais e esportivas, assim aumentar a rede de relações sociais segundo os interesses.

A busca por ajuda terapêutica também pode ser interessante, já que o idoso é direcionado a refletir sobre sua trajetória, conquistas e projetos de vida a partir de um Plano de Atenção Gerontológica, que tem como objetivo preencher a rotina e mapear as atuais necessidades e demandas do indivíduo.

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