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As redes sociais são aquisições recentes, mas que estão influenciando fortemente a sociedade. Mesmo com seus poucos anos de existência, têm se mostrado revolucionárias e até perigosas para saúde mental.

Atualmente, o Brasil é o país com o maior número de usuários da América Latina e alguns estudos têm apontado os impactos negativos das redes no sono e na autoimagem dos jovens. Entre eles, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que ligam distúrbios ao uso em excesso do Facebook, do Instagram, do Snapchat e do Twitter. O resultado disso é a conclusão de que é preciso parcimônia na forma como lidamos com a tecnologia.

Segundo pesquisadores, o problema está em transformar o hábito em um “vício”, já que o uso indiscriminado desses sites e aplicativos é equiparável à ingestão de drogas. Isso porque as redes sociais provocam respostas do organismo semelhantes aos sintomas de crise de abstinência quando é impedido de acessar o conteúdo das redes. Ansiedade, taquicardia e insônia são alguns dos sinais de uma possível relação patológica.

Para tratar o problema pode ser indicada terapia cognitiva e comportamental, além do uso de medicações que reduzam a compulsão.

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