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A insônia crônica, além de inconveniente, é um distúrbio associado a várias doenças graves.

Estudos mostram que a prevalência de insônia crônica em adultos, ICSD-3, oscila entre 9% e 12%. Esse dado é preocupante, já que essa condição que se instala quando há outros problemas associados e a saúde está ameaçada.

O distúrbio está associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia, hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho.

A atividade física é recomendada como parte da higiene do sono. Porém não é indicado fazer exercícios poucas horas antes de dormir,  porque alterariam o ritmo circadiano do organismo, aumentariam a temperatura corpórea e estimulariam a vigília.

O uso de medicamentos deve ser prescritos por especialistas, apenas nos casos refratários, em que os demais recursos foram esgotados. Os efeitos colaterais não são alarmantes como imaginávamos no passado, mas estão longe de ser desprezíveis.

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