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É preciso dormir, e da mesma forma, é preciso sonhar.

Os sonhos promovem benefícios à saúde mental e física, isso porque são através deles que superamos traumas, fobias são amenizadas e memórias consolidadas. Sonhar também está associado ainda à regulação de processos metabólicos importantes que impedem o desenvolvimento da obesidade e diabetes.

Para que os sonhos aconteçam, o sono estar em seu estágio mais profundo, o estado REM (rapid eyes moviment, em inglês). Porém, por conta da falta de tempo de tempo que o homem tem para dormir, estamos cada vez sonhando menos.

A insônia é hoje um dos principais problemas de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que 36% da população sofram de insônia. Sem dormir, obviamente é impossível sonhar. Mas, mesmo dormindo, porém com qualidade ruim, também não se sonha.

A Academia de Ciências de Nova York, em um artigo publicado, acendeu um alerta de que a sociedade vive uma epidemia de perda dos sonhos. Por conta disso, uma séria de estratégias tem sido procurada para induzir sonhos.

Um pesquisador da Universidade de Adelaide anunciou o sucesso de uma combinação de três recursos. Os primeiros tiveram o objetivo de induzir o sono com mais facilidade, aplicando hábitos positivos e o uso de substâncias que o auxiliam. Outro consiste na pessoa acordando depois de cinco horas e repetindo a si mesma que adormecerá, terá um sonho lúcido e se lembrará de seu roteiro.

Por último é a estratégia é a indução de sonhos lúcidos, no qual o individuo tem consciência de que está sonhando e é capaz de interferir em seu conteúdo. Segundo os resultados vistos até agora, há impacto positivo real na superação de traumas, realização de anseios e consolidação de memorias.

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