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O filme “A vida é bela” que consagrou Roberto Benigni como ator, realizador e argumentista, foi um marco histórico no reconhecimento mundial da cinematografia italiana.

Vencedor de vários prémios na Europa e Hollywood, mostrou uma nova possibilidade e limite da representação do Holocausto, um período tão triste da nossa história mundial. A grande magia do filme foi mostrá-lo em ponto de vista de comédia dramática.

No filme, Guido, o protagonista interpretado por Benigni, possui um entusiasmo contagiante. Sabemos que nem tudo serão rosas, porque a frase do início serve de advertência – “Esta é uma história simples, mas não daquelas fáceis de contar”.

De um amor entre Guido e uma mulher, nasce Joshua, o menino por quem o pai é capaz de sustentar a maior das ilusões, para o proteger dos horrores do Holocausto. Judeus, a partida para um campo de concentração torna-se inevitável, e o seu único objetivo é não permitir que o filho perca a inocência perante o evidente cenário – é preciso mascarar a realidade diante dos seus olhos. E é nessa hora que entra em cena o “Palhaço da tragédia”.

“A vida é bela” representa a inventividade em prol do humanismo, muito mais do que o rigor histórico, um filme belo, mesmo em meio a um tema tão pesado.

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