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“As pontes de Madison”, de Clint Eastwood é daqueles filmes que trazem sensibilidade e romantismo até nos mais durões.

Baseado no livro de Robert James Waller, o longa-metragem começa no presente, quando dois irmãos, precisam dar conta dos pertences de sua mãe, Francesca (Meryl Streep), recém falecida.

Em meio aos seus últimos pedidos inclusos no testamento, um chama a atenção: Francesca deseja ser cremada e suas cinzas jogadas da ponte Roseman, um belo ponto turístico do condado de Madison.

De inicio os filhos não entendem o porquê, já que seu pai possui um jazigo da família e o mais correto seria enterrar sua mãe junto do seu marido. Mas uma carta revela que durante 4 dias, há muitos anos atras, ela viveu um romance com o fotógrafo da National Geographic Robert Kincaid (Clint Eastwood), que passara pelo local para registrar as pontes cobertas de Madison.

De posse do diário deixado pela mãe, os filhos descobrem o que se passou naqueles dias, enquanto nós, espectadores, acompanhamos uma bela história de amor.

O fato de uma dona de casa casada experimentar um romance com um viajante poderia parecer questionável. No entanto, a história vai progredindo de tal forma que é difícil não entender que uma força muito maior envolve os personagens.

Um belíssimo romance, filmado de forma inteligente por Clint Eastwood, construindo uma história com protagonistas apaixonantes e apaixonados. Prepare lenços de papel pois é difícil segurar o choro.

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