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O filme “Nenhum a Menos”, dirigido por Zhang Yimou é singelo, com produção simples. Ele mostra as condições da educação na zona rural chinesa ao contar a história de Gao, um professor de uma escola primária em estado precário, na remota aldeia de Shuiquan.

Quando sua mãe do professor adoece, ele é obrigado  a se retirar por algum tempo, com o objetivo de visitá-la, pois está à beira da morte. O prefeito da pequena localidade, porém, não consegue encontrar um substituto que aceite trabalhar nestas condições.

Só lhe resta contratar a única voluntária, Wei Minzhi, de apenas 13 anos,  que cursou o somente o primário. A garota deverá permanecer por um mês na escola, a qual será também sua morada temporária, compartilhada com mais alguns estudantes. Embora desprovida de qualquer experiência, ela revela ter, apesar de sua aparente timidez crônica, uma persistência e uma fibra surpreendentes.

Sua missão é mais do que ensinar, mas manter todos os estudantes na escola, e não deixe nenhum partir.

Este filme, protagonizado por atores amadores, com as falas, principalmente as infantis, improvisadas, realça o realismo do enredo, que muitas vezes é a perfeita tradução da própria existência dos intérpretes. O resultado é tão criativo, rico e transbordante de emoção, que a obra conquistou o prêmio de melhor filme do Festival de Veneza de 1999. Aliás, o segundo do diretor, que já havia conquistado o Leão de Ouro por sua criação anterior, A História de Qiu Ju.

 

*Resultados podem variar de pessoa para pessoa.

 

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