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Enquanto os medicamentos naturais são produzidos com base em produtos e matéria-prima encontrados na natureza, os medicamentos sintéticos passam por longos e complicados processos na indústria, que incluem outras substancias químicas para sua formação.

De modo geral, os medicamentos naturais vão além dos chás, e possuem menos efeitos colaterais, e por isso, são opções de grande ajuda no tratamento de diversas doenças.

Há muitos séculos esses produtos naturais constituem a principal fonte para a cura dos males que afligem a população nos países orientais, como China e Japão, entre outros. Aqui no Brasil também é muito forte essa tendência. Mas é na Alemanha e França na Europa, acompanhadas de perto pelos Estados Unidos, que está a evolução desse mercado no mundo ocidental e seu crescimento é bem maior que o da indústria farmacêutica alopática (os medicamentos produzidos industrialmente) no mundo todo.

Os fitoterápicos (medicamentos feitos a partir de plantas medicinais) são utilizados em diversos tratamentos, como hipertensão, diabetes, saúde mental e tratamento de feridas, como por exemplo, o uso da passiflora no tratamento da ansiedade e depressão de adultos e crianças.

Porém, não é por serem medicamentos naturais que dispensam a orientação e acompanhamento médico.

Só de pensar em apresentar um trabalho, fazer um discurso ou falar em público por qualquer motivo, o pânico toma conta. Calafrios, dor de barriga, suor excessivo, gagueira e taquicardia são alguns dos sintomas sentidos por aqueles que têm essa fobia, e esse bloqueio pode atrapalhar a vida social e profissional.

Veja algumas dicas de como driblar esse medo:

Prepare-se:

Fuja das situações de improviso, que pode aumentar a insegurança. O ideal é preparar o conteúdo da fala e ensaiar. O importante é ter a segurança de que você domina o assunto, e por consequência, passar isso para o público.

Controle a ansiedade:

Encare o medo e tente racionaliza-lo, evitando sentimentos negativos e pessimistas. Alguns truques também podem ajudar a controlar o nervosismo, como a respiração profunda por alguns minutos antes de falar.

Controle a velocidade da fala:

Falar rápido é um sinal de ansiedade e demonstra nervosismo. Além disso, abre espaço para erros e perda de raciocínio. Falar exageradamente devagar deixa o discurso cansativo. O ideal é ser o mais natural possível, adaptando a sua forma de falar ao ambiente em que se expõe. Também é imprescindível falar pausadamente, com boa dicção e sempre repetir as informações importantes.

Não tenha medo de falhar:

Sim, falhas, engasgos e falta de memória podem acontecer com qualquer pessoa. Se houver algum deslize sorria e retome o assunto. O humor também é um ótimo recurso, já a autocrítica é importante para que você se aprimore, mas cuidado com o excesso.

Uma crise de ansiedade pode ser imprevisível, e muitas vezes ser desencadeadas por razões inconscientes e desconhecidas. Por isso, é de grande valia ter as próprias técnicas de relaxamento. Com algumas ações simples é possível se acalmar e retomar o controle, até que o mal-estar vá embora.

1. Racionalizar a crise de ansiedade: tomar consciência da situação e entender que o que está se passando se trata de um ataque de pânico: um mal-estar assustador, mas temporário, que apesar do medo incontrolável, não traz ameaça à vida.

2. Reconhecer os sintomas: taquicardia, sensação de sufocamento, pensamentos negativos, dificuldade na respiração, enjoo, sudorese, dor abdominal são alguns dos sintomas de um ataque de pânico e reconhecê-los é o primeiro passo para amenizá-los.

3. Controle a respiração: respirar fundo e calmamente faz com que o coração volte ao ritmo cardíaco normal, minimizando a sensação de mal-estar.

4. Controle os pensamentos: é comum que durante uma crise de pânico, a mente seja inundada por pensamentos negativos que só agravam a situação. Tente mentalizar coisas calmas e relaxantes e ocupe a mente com elementos que tragam prazer e sensação de bem-estar.

5. Uso de tranquilizantes: para quem sofre com crises de ansiedade é de grande importância o acompanhamento de um médico. É ele quem vai auxiliar no tratamento buscando a raiz do problema e prevenindo novos ataques, mas para isso, o tratamento é individualizado e pode ser indicado o uso de medicamentos. Ainda assim, alguns tranquilizantes feitos a partir substâncias naturais, como a passiflora, não possuem contraindicação e podem ser utilizados para devolver a sensação de bem-estar durante uma crise.

O sono do bebê não segue a mesma lógica do sono dos adultos e por isso, a eterna angustia de achar ou que o bebê não dorme, ou que dorme demais. Além disso, o sono do bebê está suscetível à diversos acontecimentos e mudanças que ocorrem nos pequenos, como picos de crescimento, nascimentos dos dentes, entre outros fatores que atrapalham a rotina.

Uma coisa bebês e adultos tem em comum: ambos passam por diferentes fases de sono, atravessando um ciclo que vai da semiconsciência ao sono leve, o sono com sonhos e finalmente o sono profundo. Fazendo o caminho inverso para o despertar.

A diferença está no fato do ciclo de sono de bebê durar definitivamente menos. E somente por volta dos três meses, esse ciclo passa a ser similar ao de adultos, de mais ou menos uma hora e meia.

Além disso, bebês necessitam de mais horas de sono que os adultos. Recém-nascidos, por exemplo, dormem em média 16 horas entre dia e noite. O problema é que o ciclo do bebê é constantemente interrompido pelas necessidades das mamadas, já que o leite possui digestão rápida no organismo.

O quanto o bebe acorda varia de bebê para bebê. Há crianças que com poucas semanas que já dormem boa parte da noite, enquanto outras podem levar mais de um ano para atingir esse marco.

A fase dos sonhos também é semelhante aos adultos. Bebês sonham mais do que se imagina e é nesse estágio que as experiências do dia a dia são “arquivadas”, processo importante para crianças em desenvolvimento.

A fase de sono sem sonhos dos recém-nascidos acontece em pequenos intervalos, ao contrário das crianças maiores e dos adultos. Ao longo do primeiro mês de vida, o sono vai aos poucos ficando mais contínuo, e os papais também podem comemorar, pois poderão ter mais horas de descanso.

Dos luxos da vida de antes da chegada do bebê, o que mais parece fazer falta para os novos pais é o sono revitalizador. Dificilmente quem tem um bebê em casa consegue ter um sono de qualidade, por longas horas, sem interrupções. E como lidar com toda a novidade, excitação e mão de obra que um bebe exige se o cansaço toma conta e não há tempo para se recuperar?

O desafio é não deixar o estresse tomar conta e perturbar esse momento tão especial que é a chegada do bebê. Para isso, algumas dicas podem ajudar a driblar a privação do sono e fazer com que essa fase passe sem grandes transtornos para saúde dos pais e do bebê.

1. Lembre-se que como toda fase, essa também passará.

Apesar das noites curtas e o cansaço extremo, lembre-se sempre que se trata de apenas uma fase em que o bebê exige mais dos cuidados dos pais. O ciclo do sono do recém-nascido é mais curto, apesar de termos a sensação de que eles estão sempre dormindo, esse sono é picado e acontece em curtos intervalos que se intercalam entre mamadas e trocas de fralda. Porém, conforme o bebê cresce, os períodos de sono vão esticando, até que o bebê esteja apto para dormir uma noite inteira. E isso acontece antes de que possamos perceber.

2. Tenha um tempo para você

Mesmo que seja impossível ter um sono revitalizador, tenha um tempo para cuidar de você e da sua saúde. Tomar um banho mais demorado, fazer uma caminhada, massagem ou até mesmo uma boa leitura, ajuda a tirar o foco e relaxar, recarregando mais uma dose de energia.

3. Durma sempre que o bebe dormir

Por mais que as responsabilidades dos pais ultrapassem os cuidados com a criança, coloque o sono como prioridade. Aproveite o sono do bebe para dormir também, em vez de faxina , ou qualquer trabalho doméstico – deixe para quando estiver com as energias mais carregadas, ou peça ajuda para essas atividades.

4. Evite café, chás e estimulantes

Essas bebidas contem cafeína e em vez de ajudar a ficar acordado, elas atrapalham qualquer descanso que possa ter ao longo do dia.

5. Divida as tarefas

Com a rotina atribulada não hesite, peça ajuda! Seja para familiares, ou mesmo se tiver que contratar alguém, não deixe que as múltiplas atividades do dia a dia elevem o estresse em casa.

Sua casa bagunçada pode falar mais da sua vida do que você pensa. Além de trazer consequências indesejáveis aos moradores, como perda de tempo, perda de objetos, obstruções de passagens, falta de higiene e conforto, a bagunça diz muito a respeito das pessoas, suas necessidades e fraquezas.

Não tem como não se sentir afetado, com mau humor e confuso em meio a tanta bagunça. Portanto, a melhor forma de começar a lidar com qualquer transformação psíquica, incluindo a ansiedade e depressão, é arrumando a casa. A energia fluindo bem, com a vida mais organizada, é um passo à frente quando o assunto é disposição para encarar a vida de frente.

Com a “casa em ordem” tanto no sentido literal, quanto no mental, são favorecidos o autoconhecimento, além clareza dos problemas e comportamentos, para que esse seja um importante ponto de partida para a mudança e até mesmo a possível cura dessas e outras doenças da alma.

O celular já está tão integrado na vida das pessoas que 58% da população admitem verificar o celular a cada 30 minutos, e 35% verificam o aparelho de dez em dez minutos. Esse dado mostra mais uma ansiedade típica da modernidade.

O uso exagerado do objeto já causa diversos transtornos e um deles é a Nomofobia, que é o medo de ficar sem celular. Nomofobia é o nome dado à sensação de medo ou agonia que um indivíduo tem de se sentir incomunicável por estar sem o aparelho celular ou computador. Seu nome vem do inglês “no more phone phobia”, que significa “medo de ficar sem telefone”.

Junto com o Transtorno de Dependência a Internet (TDI), essa fobia está associada ao imediatismo e a necessidade de se manter conectado durante todo o tempo. Com isso, é comum que encontremos pessoas que durmam com o celular do lado, o que pode causar insônia e dependência. Em longo prazo, esse hábito pode afetar a vida social e profissional e se tornar uma obsessão fora de controle, com necessidade de tratamento.

Uma forma de combater esse mal é aproveitar ocasiões sociais e profissionais sem que o celular esteja a tira colo, curtindo ao máximo o momento sem o uso da tecnologia.

É preciso dormir, e da mesma forma, é preciso sonhar. Os sonhos promovem benefícios à saúde mental e física, isso porque são através deles que superamos traumas, fobias são amenizadas e memórias consolidadas. Sonhar também está associado ainda à regulação de processos metabólicos importantes que impedem o desenvolvimento da obesidade e diabetes.

Para que os sonhos aconteçam, o sono estar em seu estágio mais profundo, o estado REM (rapid eyes moviment, em inglês). Porém, por conta da falta de tempo de tempo que o homem tem para dormir, estamos cada vez sonhando menos.

A insônia é hoje um dos principais problemas de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que 36% da população sofram de insônia. Sem dormir, obviamente é impossível sonhar. Mas, mesmo dormindo, porém com qualidade ruim, também não se sonha.

A Academia de Ciências de Nova York, em um artigo publicado, acendeu um alerta de que a sociedade vive uma epidemia de perda dos sonhos. Por conta disso, uma séria de estratégias tem sido procurada para induzir sonhos.

Um pesquisador da Universidade de Adelaide anunciou o sucesso de uma combinação de três recursos. Os primeiros tiveram o objetivo de induzir o sono com mais facilidade, aplicando hábitos positivos e o uso de substâncias que o auxiliam. Outro consiste na pessoa acordando depois de cinco horas e repetindo a si mesma que adormecerá, terá um sonho lúcido e se lembrará de seu roteiro.

Por último é a estratégia é a indução de sonhos lúcidos, no qual o indivíduo tem consciência de que está sonhando e é capaz de interferir em seu conteúdo. Segundo os resultados vistos até agora, há impacto positivo real na superação de traumas, realização de anseios e consolidação de memorias.

Ser mãe é sinônimo de amor incondicional, realização e profunda dedicação aos filhos. Porém dar conta dos pequenos, do trabalho e das responsabilidades do dia a dia torna a maternidade nem sempre algo tão romântico assim.

Muitas vezes, junto com toda a magia de ser mãe, surgem momentos de tensão, preocupação, sensação de culpa e incapacidade, que podem se configurar em profundo estresse.

Qual mamãe que nunca se sentiu estressada e culpada com suas responsabilidades? Que atire a primeira pedra…

O grande desafio está em aceitar esses sentimentos como parte da maternidade e amenizar estes sintomas o quanto for possível.

Com algumas medidas podemos dar mais qualidade de vida à condição de nova mãe e assim aproveitar mais intensamente os momentos de prazer e gratificação, que a alegria de uma criança em nossas vidas, proporciona.

Fazer algo para você mesma: a mãe está sempre pensando nos filhos e no bem-estar da família e com isso acaba se esquecendo das coisas que lhe dão prazer fora desse universo. Tirar um tempo para si mesma, cuidar da aparência e autoestima, sair com as amigas e praticar algum esporte podem fazer muito bem para a mente e espírito.

Delegue: as mães têm uma incrível habilidade de acumular funções e centralizar nelas as responsabilidades. Aprender a delegar e a dividir tarefas, pode lhes tirar um peso incrível das costas. Entender que o pai tem tanta responsabilidade quanto a mãe pode ser um bom começo.

Não se isole: é comum que com a correria do dia a dia, quando a mãe mal tem tempo para atividades básicas como dormir ou tomar banho, ela se afaste da vida social, da família menos próxima e das amigas. Ao longo prazo, isso pode trazer uma sensação de isolamento e solidão. É importante saber que existem pessoas em quem você possa confiar, compartilhar ideias e sentimentos, além de momentos que haja distração. Por isso, conserve suas amizades e com certa frequência, reserve na agenda um momento para isso.

Sinta menos culpa: uma mãe sempre carrega o sentimento de culpa, por trabalhar fora ou por deixar o trabalho para cuidar dos filhos, pelo filho estar doente ou culpa por achar que não está sendo uma boa mãe… É importante entender que não só a mãe, como qualquer pessoa comete erros e acertos. Na maternidade, e na vida, buscar a perfeição incessantemente pode ser muito frustrante.

Administrar os momentos de crise com a cabeça quente não ajuda em nada. Quando o mundo estiver “caindo sobre a cabeça”, respire fundo algumas vezes. Isso ajuda para que os ânimos voltem ao seu equilíbrio e as soluções venham de forma racional.

Rotina corrida, milhares de tarefas e coisas na cabeça. Nos dias de hoje, é difícil encontrar quem não se sinta estressado e muito ansioso.

“Respirar fundo” não é só uma expressão utilizada para acalmar, mas é também um remédio poderoso contra a ansiedade. Isso porque, enquanto a inspiração está conectada com o lado ativo do sistema nervoso autônomo, chamado simpático, a expiração está conectada com o lado calmante do sistema nervoso, o parassimpático.

Além disso, a ansiedade ativa áreas do cérebro que estimulam a hiperventilação, que é quando inalamos o ar com rapidez e maneira rasa. Por isso é possível perceber quem está sofrendo uma crise de ansiedade, já que a respiração está focada na parte de cima do corpo, de maneira rápida e curta.

O esforço consciente em respirar fundo ajuda a acalmar e retomar o equilíbrio do corpo, e além disso, quando respiramos profundamente, trazemos a atenção ao momento presente, minimizando a ansiedade.

Algumas técnicas de respiração, indicadas por fisioterapeutas, educadores físicos e praticantes de Yoga, ajudam e muito a controlar a ansiedade e minimizar o estresse. Confira abaixo:

• Respiração correta: saber e conseguir respirar corretamente representa um grande ganho de qualidade de vida: mais folego, mais concentração e equilíbrio do organismo. Portanto, pode ser um bom começo para ajudar a controlar a ansiedade do dia a dia. A respiração ideal trabalha com a musculatura do diafragma, movimentando o abdômen, não o tórax, como muitos imaginam. Ela deve ser mais lenta e profunda, com suas devidas pausas de maneira natural.

• Respirando pelo diafragma: Esse exercício auxilia no controle do organismo e sistema nervoso, consiste basicamente na respiração profunda, observando o movimento do abdômen conforme respira. O importante do exercício é prestar atenção ao movimento, elevação do tórax, costelas, abdômen, e a projeção não natural para frente. Ao realizar esse exercício, mantenha a postura correta e a mente serena. Esse é o princípio da meditação.

• Respiração abdominal deitada: essa técnica pode ser usada principalmente antes de dormir, para aliviar a ansiedade e se preparar para um sono de mais qualidade. Consiste em deitar no escuro, com as mãos posicionadas sobre o abdômen, e iniciar a respiração profunda. O importante do exercício é estabelecer um ritmo, para isso basta contar os segundos da inspiração, e no mesmo tempo realizado, fazer a expiração, sempre pelo nariz. Se desejar, pode contrair o abdômen durante a expiração para exercitar também sua musculatura.

• Respiração quadrada: mais do que inspirar e expirar, esse treino requer uma pausa entra essas ações. Consiste em inspirar pelo nariz contando até 3, depois segure o ar nos pulmões por mais 3 segundos. Após isso, libere o ar na mesma contagem e segure-se sem ar por mais 3 segundos. Repita o processo algumas vezes.

• Expiração alongada: caso sinta que a ansiedade e o estresse estão tomando conta, a respiração alongada pode ajudá-lo imediatamente. Basta adaptar a respiração quadrada e dobrar os segundos de inspiração, expiração e pausa.

• Alongamentos: os exercícios da caixa torácica e de abdômen podem sim ajudar a respirar melhor. Os exercícios de alongamento da região devem ser feitos conciliando a respiração lenta pelo nariz e os movimentos lentos na inspiração e expiração, sentindo a expansão torácica quase em sua totalidade.

• Respiração com flexão de tronco: consiste em sentar em uma cadeira com o tronco para frente, apoiando o peso nas coxas (pode usar uma almofada caso fique mais confortável). Solte os braços e a cabeça para a direção do chão. Nesse tipo de respiração, com a compressão do abdômen, o ar é levado para as costas. Faça o processo de respiração profunda por alguns minutos. Lembre-se de manter a coluna alinhada e de voltar vagarosamente para a postura original.

• Alternância de narinas: um exercício simples, que também pode ser realizado em qualquer lugar. Use o dedo indicador para tampar uma das narinas, e inspire. Em seguida, alterne e tampe a outra que foi utilizada para inspirar, e expire. Repita o processo algumas vezes até que consiga se acalmar e estabelecer o equilíbrio respiratório.

FONTE: Portal Minha Vida