Cientistas na Alemanha e nos Estados Unidos defendem que a ansiedade pode estar ligada a fatores genéticos. Isso explicaria o porquê de algumas experiências traumáticas fornecem apenas lembranças ruins a algumas pessoas, enquanto outras desenvolvem condições como o transtorno de estresse pós-traumático.

O experimento dos cientistas demonstrou que indivíduos portadores de uma variação no gene que regula o neurotransmissor dopamina apresentam uma resposta reflexa exagerada quando observam imagens desagradáveis.

Isso faria com que essa sensibilidade, em combinação com outros fatores hereditários e ambientais fosse responsável por tornar as pessoas mais inclinadas a sofrer de transtornos relacionados à ansiedade.

Esta linha de pesquisa dá esperanças e pode trazer frutos no sentido de tornar possível receitar a dose certa da droga certa, relativa a uma composição genética, para tratar transtornos de ansiedade.

Os resultados do estudo estão incluídos na edição de agosto da publicação científica Behavioral Neuroscience, publicada pela Associação de Psicologia Americana.

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