A vida corrida, o estresse, o acúmulo de funções e pressão extrema podem desencadear um quadro de colapso, exaustão, conhecida como síndrome de Burnout. Trata-se de um estado físico, emocional e mental de cansaço em situações de trabalho, com sintomas que podem ser descritos como um “apagão” físico.

Entre os sintomas estão: cansaço excessivo, físico e mental; dor de cabeça frequente; alterações no apetite; insônia; dificuldades de concentração; sentimentos de fracasso e insegurança; negatividade constante; sentimentos de derrota; desesperança; incompetência; alterações repentinas de humor; isolamento; fadiga; pressão alta; dores musculares; problemas gastrointestinais e alteração nos batimentos cardíacos. O tratamento da síndrome é realizado junto com um psicólogo ou psicoterapeuta.

De acordo com pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma), 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome, que atrapalha o desempenho profissional e pessoal. As profissões de extrema competitividade, com metas inatingíveis, que demandam longas cargas horárias e com descanso indefinido são as que desencadeiam a síndrome.

As sete profissões, apontadas por especialistas, que mais são diagnósticas com a síndrome são:

  • Professores;
  • Advogados;
  • Jornalistas;
  • Bombeiros;
  • Policiais;
  • Agentes penitenciários;
  • e bancários.

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